TIJOLO RECICLADO BAIXA CUSTOS

[#Beginning of Shooting Data Section] Nikon D200 Longitud Focal: 44mm Optimizar imag: Normal Mode de color: Modo I (Adobe RGB) RR Larga exposic.: Apagado RR ISO alto: Encendido (Normal) 2009/08/27 09:29:30 Modo de exposición: Manual Balance de blancos: Automático Comp. de tono: Automático JPEG (8 bits) Buena Modo de medición: Multipatrón Modo de AF: AF-S Ajuste de tono: 0° Tamaño de la imagen: Grande (3872 x 2592) 1/320 segundo(s) - F/14 Modo de sincronización del flash: No montado Saturación: Automático Color Compensación de la exposición: 0 EV Nitidez: Automática Objetivo: 35-70mm F/2.8 D Sensibilidad: ISO 400 Comentario de imagen:                                      [#End of Shooting Data Section]

As moradias populares podem ser construídas com baixo custo

Uma pesquisa desenvolvida em Lages, na Serra catarinense, criou um catalizador que produz tijolos com 100% de materiais recicláveis. Com o baixo custo na produção, o valor das casas populares diminuiu de R$ 20 mil para R$ 6,2 mil. A produção do primeiro conjunto habitacional já iniciou e deve ser entrega ainda neste mês no bairro Cruz de Malta.

Vidros, cinzas de biomassa, papel, saibro e até gripas de pinheiro. Tudo isso misturado no catalizador se transforma em tijolos. O custo de produção de cada tijolo é de R$ 0,30, sendo 10 vezes menor que um tijolo comum.

A ideia foi resultado de uma pesquisa feita ao longo de 13 anos pelo atual secretário de habitação do município, Caetano Palma Neto, durante sua formação em engenharia civil.

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Caetano Palma criou o tijolo reciclado

“Assim como aquela argamassa de ligação dos tijolos a base é isopor, o catalizador também. Esse isopor passa por um processo de aquecimento e é cristalizado e, depois, em contato com a água, faz a ligação de todos os materiais”, explica.

O material para fabricação dos tijolos é inteiramente proveniente de doações e descartes de empresas da região, até mesmo lodo da estação de tratamento de água da cidade.

Casas maiores

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Vidro e cinzas podem virar material de construção em Lages

As moradias serão maiores, passando de 30 para 42 metros quadrados. De acordo com o secretário, mesmo que maiores, as casas devem ficar prontas em poucos dias. Isso porque os tijolos são encaixados e colados com uma resina de isopor, também reciclada.

“Em resumo, é lixo virando casa. Dá pra produzir até quatro mil blocos por dia”, afirma o secretário.

Em 2015, a Secretaria de Habitação construiu e reformou 148 casas. A demanda da cidade é de 4,2 mil  moradias. A preferência é para famílias cadastradas em programas sociais.

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